VELHARIAS

Blog póstumo do Giulio Sanmartini - Para bom entendedor, meia palavra basta!

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Já faz algum tempo que não publico Walcyr. Também estou sem meu fiel companheiro Mac. Quando implantei o novo sistema operacional, ele foi ficando mais lento, até que outro dia se recusou a continuar funcionando. Deve ser uma incompatibilidade com algum programa. Como para repará-lo preciso leva-lo até São Paulo, pois aqui no interior, de Apple só conhecem o iPhone. Vou mandar tirar o novo sistema e reimplantar o anterior. Merdas não acontecem apenas com os pc`s da vida… Enquanto isso, vou continuar sofrendo com meu notebook PC, onde apanho que nem cão teimoso!

Mas voltemos ao assunto. Walcyr Carrasco abordou, com sua verve de sempre, O Sucesso Da Jovem Velhice, na última revista Época de novembro:

Bibi Ferreira aos 94 anos apresenta-se no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro. Em Bibi, por toda a minha vida, canta de Edith Piaf a Roberto Carlos. A plateia…

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ROQUE SPONHOLZ

Blog póstumo do Giulio Sanmartini - Para bom entendedor, meia palavra basta!

uma camisa de força com urgência !

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PT começa a procurar outro candidato !

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Que diacho de democracia é esta?

José Nêumanne

Será que os tucanos pensam que, anistiando Lula agora, eles também serão perdoados?

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso praticamente lançou uma campanha nacional pela anistia exclusiva de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, na convenção de seu partido, o PSDB, que fingiu, ao longo de 13 anos e meio, ser oposição e depois entrou, mas agora saiu, do governo-tampão de Michel Temer. “Prefiro combatê-lo na urna do que vê-lo na cadeia”, disse. Noves fora o erro de português na frase ([ITALIC]do que[/ITALIC] no lugar de uma simples preposição[ITALIC] a[/ITALIC]), a sentença é um habeas corpus preventivo que nem Gilmar Mendes concederia. O “presidenciável” do PT foi condenado a nove anos e meio de prisão na primeira instância, aguarda julgamento de recurso na segunda e as possibilidades de ele vir a ser inocentado são mínimas. O que autoriza o sociólogo a considerá-lo apto a ser votado, se a Lei da Ficha Limpa não o permitiria?

Bem, os destaques da reportagem que relatou esse disparate, assinada por Anne Warth, Daiene Cardoso, Felipe Frazão e Pedro Venceslau, publicada na página A4 deste jornal no domingo 10, a respeito da convenção da véspera, sábado 9, passam a impressão, talvez imprecisa, de que os tucanos têm uma razão forte para isso. “As urnas os condenarão (Lula e o PT) pelo desgoverno, pelo desmonte e pelas obras inacabadas”, disse o presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin, governador de São Paulo e pule de dez na posição de disputante da sucessão presidencial pela legenda. Como Mané Garrincha perguntou ao técnico Feola no vestiário da partida contra a União Soviética na Copa da Suécia, os senhores combinaram com os russos?

Que nada! As ruas roucas de tanto gritar se calaram, mas qualquer pessoa que frequente um bar de periferia em qualquer metrópole brasileira sabe que nada disso resiste a um átimo de raciocínio racional. Primeiramente, para Lula se candidatar a Justiça terá de absolvê-lo, partindo do pressuposto de que o multirréu está certo: é perseguido pela Polícia Federal (PF), pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Justiça. Ou seja, sem chance!

Last but not least – por último, mas não menos importante –, como diriam os súditos de Elizabeth II, o ninho do tucanato empavonado afunda na titica. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) chegou tão perto de vencer a eleição contra Dilma e Temer que não faltam argumentos lógicos a quem acredita que a disputa foi fraudada. Desse fato emergiu a possibilidade de o neto do dr. Tancredo brilhar no cenário nacional como a voz do contra, aquele que poria fim aos desmandos e à roubalheira patrocinados pela aliança PT-PMDB na dúzia de anos anteriores. Mas qual o quê?! O sonho de consumo da sociedade indignada perdeu o cartaz ao ser identificado como “Mineirinho” no propinoduto da Odebrecht.

Flagrada com a boca na botija imunda, a esperança nacional reencarnada passou a ser vista como um réprobo, uma figura a respeito da qual nenhuma família decente comenta algo na ceia diante das crianças. Seus instintos assassinos revelados entre palavras de baixíssimo calão lhe reservaram um lugar no fundo do lixo da História, ao lado dos notórios Eduardo Cunha e Sérgio Cabral. E o partido afundou junto no lamaçal da vergonha alheia. Sua passagem pelo ato em que Fernando Henrique e Alckmin falaram foi sintetizado no olho da reportagem do [BOLD]Estado[/BOLD] a esse respeito: “Investigado na Lava Jato, senador mineiro não foi anunciado em convenção, não fez discurso e foi vaiado”.

Essas duas evidências, se não eliminam, no mínimo dificultam esse paraíso na Terra dos tucanos emplumados no qual o multirréu será perdoado e ungido candidato só para perder para Alckmin. Baseados em quê? “Eu ganhei de Lula duas vezes”, contou Fernando Henrique. É verdade. E daí? Por enquanto, o PSDB perdeu até o respeito pela própria História, ao aceitar cargos do presidente que os derrotou nas urnas e não fechar questão em prol da reforma da Previdência – não por ele, mas por nós.

Há, entretanto, algo ainda mais sórdido e grave na escolha de Lula como rival preferencial pelos tucanos nas eleições gerais do ano que vem: é a suprema soberba que os maiorais do partido assumem de que eles se acham acima do bem, do mal e da Constituição. Que autoridade tem o PSDB para abolir o Estado de Direito, no qual o império deve ser da lei (e não dos parlapatões da política), para atropelar uma norma legal de iniciativa popular e firmar um alvará de soltura para um condenado contra o qual foram apresentadas carradas de denúncias, delações e provas? A Veja da semana traz uma foto de Lula com o ex-ditador líbio Muamar Kadafi ilustrando a notícia de que, em sua proposta de delação, o ex-ministro da Fazenda de Lula e ex-chefe da Casa Civil de madame Rousseff promete contar que o PT recebeu US$ 1 milhão para a campanha do então candidato e presidente, em 2002. Agora já não se trata apenas de corrupção pesada, mas de grave crime de traição à Pátria. Ao qual os tucanos se acumpliciam.

Enquanto Lula “voltava à cena do crime” (no dizer de Alckmin) no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e cometia o desatino de inculpar policiais federais, procuradores e o juiz Sergio Moro pela roubalheira na Petrobrás, cometida em seus dois mandatos e em mais um e meio de sua afilhada, os tucanos ofereciam seu pescoço ao eleitorado. Isso lembra o conselho de Antônio Carlos Magalhães, que os tucanos adotaram como deles, de não votarem o impeachment do “sapo barbudo” ([ITALIC]apud[/ITALIC] Brizola) para “sangrarem o porco” na eleição de 2006. Resultado: Lula esmagou Alckmin em 2006 e Dilma repetiu o feito sobre Serra em 2010 e Aécio em 2014. Como disse Talleyrand sobre os Bourbons, os sabichões “não aprenderam nada e não esqueceram nada”.

Será que eles acham que, se anistiarem seu adversário preferido, também serão eles perdoados? OK, está tudo muito bom, está tudo muito bem, eles venceram, batatas fritas… Mas, nesse caso, que diacho de democracia é a esta, hein?

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Cotistas têm desempenho pior do que a média na maior parte dos cursos

Em 49 dos 64 cursos analisados a média dos cotistas é pior do que a dos não-cotistas. Levantamento é da Folha de S. Paulo

UERJ: pioneira na adoção de cotas no país | Thiago Facina / UERJ

UERJ: pioneira na adoção de cotas no país Thiago Facina / UERJ

Desde que o sistema de cotas passou a ser implementado nas universidades brasileiras, há mais de uma década, um dos pontos centrais em debate era a possibilidade de que cotistas tivessem um desempenho inferior após o ingresso – o que causaria um índice menor de reprovação neste grupo ou obrigaria as instituições de ensino a reduzir o nível de exigência das avaliações.

Agora, um amplo levantamento feito pelo jornal Folha de S. Paulo traz um retrato dessa disparidade. O resultado: em 49 dos 64 cursos analisados a média dos cotistas é pior do que a dos não-cotistas. Em outros nove, há equivalência de desempenho. Nos outros seis, os cotistas têm melhores notas.

A comparação levou em conta as notas do Enade, exame feito no último ano do curso. Ou seja: não leva em conta os alunos que abandonaram o curso antes disso.  O cálculo considerou alunos que ingressaram na universidade por cotas raciais ou sociais.

A diferença é maior nos cursos de Engenharia Florestal, Relações Internacionais e Engenharia Química – nesses casos, o desempenho dos não-cotistas é mais de 12% superior.

Apesar da discrepância, os cotistas têm desempenho próximo dos não-cotistas (menos de 5% de diferença) em 33 dos 64 cursos analisados. Em dois deles, (Ciências Sociais e Bachalerado em História), a diferença é favorável aos cotistas em mais de 5%.

O levantamento do jornal analisou o desempenho de 252 mil estudantes nas provas do Enade de 2014, 2015 e 2016.

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ROQUE SPONHOLZ

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Olavo de Carvalho | Artigo: A luta de classes no Brasil

 

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Assista o vídeo: https://goo.gl/DBnezP

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Pesquisa identifica mudança cerebral ligada à obesidade

Pesquisa da USP e da Santa Casa identificou com mais precisão as alterações cerebrais associadas à obesidade

São Paulo – Um grupo de cientistas brasileiros descobriu que os adolescentes obesos apresentam falhas de conectividade entre diferentes regiões do cérebro que estão envolvidas na regulação do apetite.

O trabalho foi possível graças a uma técnica avançada de ressonância magnética.

O novo estudo, realizado por cientistas da Santa Casa de São Paulo e da Universidade de São Paulo (USP), foi apresentado anteontem no encontro anual da Sociedade Radiológica da América do Norte, nos Estados Unidos.

Segundo os autores da pesquisa, se for possível identificar com mais precisão as alterações cerebrais associadas à obesidade, a técnica poderia ser utilizada um dia para ajudar a evitar o problema.

A obesidade infantil, de acordo com os pesquisadores, aumentou de 10% a 40% nos últimos 10 anos, na maioria dos países.

“Os resultados mostraram que os adolescentes obesos de fato apresentam falhas na substância branca do cérebro. Essas falhas aparecem em diversas regiões do cérebro, sendo que algumas dessas regiões são muito importantes para a regulação do apetite”, disse o autor principal do estudo, Ricardo Uchida, professor da Santa Casa de São Paulo. Mas ainda não é possível determinar se as falhas na conectividade cerebral são causa ou consequência da obesidade.

“O estudo não tem alcance para determinar relação causal. Mas, embora não tenhamos certeza, temos algumas hipóteses. Sabemos, por estudos anteriores, que a obesidade infantil causa prejuízos nas células e, portanto, suspeitamos que essas lesões são causadas pela obesidade”, disse Uchida ao Estado.

Ele lembra que, segundos estudos anteriores, a obesidade é fator de risco para Alzheimer e que há ligação entre obesidade na infância e baixo QI.

Problemas de atenção e memória também são frequentes entre adultos obesos. “Tudo isso pode estar ligado. Se a obesidade produz mesmo lesões no cérebro, isso explicaria algumas das consequências neurológicas já observadas em estudos.”

Método

O estudo envolveu 59 adolescentes obesos com idades entre 11 e 18 anos e 61 adolescentes não obesos.

Os cientistas compararam os dois grupos controlando variáveis como gênero, idade, condição socioeconômica e nível educacional.

Os participantes foram submetidos a exame de ressonância magnética conhecido como imageamento por tensor de difusão (DTI, na sigla em inglês), com a intenção de avaliar a integridade da massa branca dos cérebros.

O DTI mede o que os cientistas chamam de “anisotropia funcional” (AF), isto é, os movimentos microscópicos das moléculas de água que cercam as fibras de matéria branca do cérebro.

Quanto mais baixo o valor AF, mais falhas na massa branca cerebral. Os resultados mostraram perda da integridade da matéria branca em várias regiões do cérebro dos jovens obesos.

“Se formos capazes de identificar as alterações cerebrais associadas à obesidade, essa técnica de ressonância magnética poderia ser utilizada para ajudar a evitar a obesidade e as complicações associadas”, disse uma das autoras do estudo, Pamela Bertolazzi, pesquisadora do laboratório de neuroimagem da USP As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Assista o vídeo : https://goo.gl/tw6kkZ

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